sexta-feira, 15 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
Ta faltando asfalto na sua rua? Tem muitos buracos? Por que as prefeituras não fazem manutenções das ruas com regularidade?
Um internauta, usuário do Facebook, publicou em sua timeline que na rua Padre Marques, em Queimados, a prefeitura tinha refeito o quebra molas em frente a oficina de motos, mas deixou parte da pista com o asfalto esfarelando a cinco metros do quebra-molas.
No trajeto entre Austin e Engenheiro Pedreira se feito pela Rodovia Presidente Dutra registra 19 quilometros de distância. Quando feito cortando a cidade de Queimados, o trajeto tem apenas 13.
O que diferencia os dois trajetos e que me faz optar pelo primeiro é a quantidade de lombadas colocadas nas ruas. Contados foram 72 quebra molas entre Engenheiro Pedreira e Austin. Em Engenheiro Pedreira nem seria necessário porque a quantidade de buracos nas ruas é tão grande que obriga os motoristas a fazer manobras em velocidade bastante reduzidas para evitar grandes impactos nos automóveis.
Em Queimados a prefeitura ensaiou melhorias no bairro Tri-campeão e no Inconfidência colocando meio-fio nas laterais das ruas, mas bastou passar o período eleitoral e tudo voltou ao que era antes. Com as frequentes chuvas, o ensaio feito no Inconfidência já se perdeu. O meio fio coloca em risco os pedestres que passam no trecho da rua Ouro Branco.
No Tri-campeão um dos moradores fez uma placa de papelão e escreveu "buraco do Max", atribuindo o feito ao prefeito reeleito Max Lemos (PMDB).
Entre os bairros Campo da Banha e Inconfidência os quebra molas foram refeitos e ficaram mais altos, mas na rua Alvarenga Peixoto, em frente a padaria tem, entre um quebra molas e outro, 20 metros de buracos para serem recapeados.
Qual o problema desses gestores? O que de fato é prioridade pra essa gente que diz pensar na população?
Não estou pedindo a retirada dos quebra molas, mas a recuperação asfáltica das ruas antes que se deteriorem por completo.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Declaração Ideológica
Jornalismo sério é aquele jornalismo que fala a verdade; ouve as partes envolvidas e, ainda que apresente sua posição ideológica, porque não há jornalismo idependente, permite o contraditório.
Sou militante do PT desde 1985. Nunca fui nomeado para cargo público e nunca fui candidato a cargo eletivo, ainda, mas defendo o PT e sua forma de pensar o Brasil.
No Brasil, a oposição ao governo do PT tem sido feito pela imprensa brasileira, porque os políticos dos partidos da oposição tem telhado do mais fino cristal e não pode atirar pedras para o alto.
Ontem, durante a comemoração dos 10 anos de governo do PT, o presidente Lula afirmou que não vai fugir a comparações, nem mesmo sobre a corrupção, porque todos sabemos o que foi o governo FHC, e seria bom que comparasse mesmo.
É claro que o combate a corrupção precisa ser constante e que há muito o que fazer, mas tem uma geração usando tablet que não conheceu dificuldades, graças ao presidente Lula e ao PT.
Uma das coisas urgentes para se fazer é a Regulamentação dos Meios de Comunicação.
Deixa eu explicar: Jornal, Rádio, TV são concessões públicas. As organizações tem um dono que lhe foi concedido o direito de praticar a comunicação social por um determinado tempo. Mas ha regras que foram simplesmente ignoradas: no Brasil, não se permite o monopólio, mas só as organizações globo domina mais da metade do mercado de comunicação no país. É justo isso?
Existem reformas necessárias como as do judiciário (que se partidarizou com Joaquim Barbosa e CIA), a política e a tributária. Mas quem tem que fazer essas reformas é o Congresso Nacional. Não se faz isso com uma caneta presidencial. Logo, precisamos de um Congresso compromissado com os anseios populares; um mais à esquerda. Não essa pseudo esquerda chamada Psol, Pstu, PCB ou o mais recente REDE, da Marina Silva. Se não acredita que são falsos esquerdistas, pesquisem com quem se alinharam nos últimos anos para derrotar o projeto de acabar com a miséria do governo federal.
Há uma luta sendo travada e cada um de nós precisa se posicionar. Eu já me decidi lá em 1985 e mantenho firme o propósito de apoiar um projeto que pensa um Brasil mais justo, mais igual, sem miséria, com mais emprego e renda e para todos os brasileiros.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Não é o fim do mundo, mas parece

É uma cidadezinha pequena, com aproximadamente 138 mil habitantes ocupando uma área de 76.921 km², emancipada pelo plebiscito de 25 de novembro de 1990. Em 03 de outubro de 1992 teve sua primeira eleição e o prefeito eleito Dr. Jorge César Pereira da Cunha tomou posse em 1° de janeiro de 1993.
Para ser bem sincero, o maior patrimônio desta cidade é o seu povo, que é ordeiro, solidário, simpático e trabalhador. O comércio e a indústria instalada ali não é suficiente para uma economia autônoma. A cidade depende muito dos repasses dos governos Estadual e Federal para garantir programas essenciais como saúde e educação.
[ Praça Nossa Senhora da Conceição.Centro da Cidade Queimados ]Não fosse por seu povo, e pela desgraça que foi o governo municipal de Nova Iguaçu, quando Queimados era distrito desta cidade, eu diria que Queimados não nasceu para pobres, apesar da mais absoluta falta de qualidade nos serviços públicos e ausências de serviços importantes como internet e Tvs a cabo. Esgotamento sanitário não atinge 60% dos domicílios, as ruas em sua maioria falta pavimentação e transporte é um problema crônico.
Mas por que digo que ela não nasceu para abrigar pessoas pobres? Pelo preço dos imóveis. Não sei que diabos pensam os proprietários de imóveis à venda que colocam os preços lá no topo, sem alcance de pessoas não afortunadas. Imaginem que uma casa simples de dois quartos, numa área plana de 150m², serviços precarizados, o imóvel pode vir a custar 120 mil reais. Aliás, uma casa no Parque Pernambuco, que aderiu ao programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, custa 118 mil reais financiado. Ao final do financiamento, o indivíduo terá pago 4 imóveis semelhantes ao que comprou.
Os preços do imóveis numa cidade desprovida de serviços essenciais se equivalem a um apartamento de dois quartos na capital, Rio de Janeiro, onde a oferta de serviços como educação e saúde são geometricamente superiores.

Dois grandes empreendimentos imobiliários estão sendo realizados na cidade. Ambos ficam bastante afastados do centro, o que não seria um problema não fosse as precárias condições das ruas. Mesmo as que tem asfalto estão muito esburacadas e sofrem constantemente com as enxurradas das chuvas que lhes cobrem de terra e pedras trazidas dos morros. Ambos os empreendimentos são do governo federal e ambos oferecem o incentivo do programa Minha Casa, Minha Vida. Resta-nos saber quanto será vendido cada imóvel e se servirão para a população que ganha até 5 salários mínimos, garantindo moradias para famílias menos afortunadas.
Ainda temos muito o que discutir sobre financiamento de imóveis pela Caixa Econômica Federal, mas isso fica para um outro momento. Neste, quero ficar apenas com a inacreditável sobrevalorização de imóveis nesta pacata cidade da Baixada Fluminense.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Migrando
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Terrorismo Sim!
Recebi um email reclamando do termo que uso sobre o GTOG - Grupo Terrorista Organizações Globo. Mas vejam se não tenho razão. O R7 publica uma matéria com o título Capa da Época provoca polêmica sobre imparcialidade nas eleições e fala dessa capa da Época, uma revista cujo comando está nas mãos do neofascista e megaterrorista Ali Kamel.
Na matéria a cientista político da UFSCAR (Universidade Federal de São Carlos) Maria do Socorro comenta (observem que não é uma fonte em off que a matéria esconde para não revelar):
A cientista política e professora da UFSCAR (Universidade Federal de São Carlos) Maria do Socorro - que também defende que revistas e jornais declarem voto – diz que reportagens como a da Época, publicada às vésperas do início da propaganda eleitoral gratuita, podem pegar de surpresa os eleitores menos informados.
- - Acho que é um pouco retornar àquela velha cultura de jogar assuntos que levem ao medo, que aterrorizam o eleitor.
Ela lembra que o primeiro “jogo sujo” da oposição à Dilma nesta campanha foi ligar o PT às Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).
- - Quando há a possibilidade de perder num primeiro turno, usa-se todos os meios para desconstruir a candidatura que lidera. A tendência, agora, será a de abrir fogo contra Dilma (R7, 2010: os grifos em negrito são meus).
Agora pergunto: isso é ou não é fazer terrorismo eleitoral?
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Aviso aos navegantes
O blogueiro Noblá, blá, blá perdeu o juízo se é que o tinha. Imaginem que ele postou em seu Blog no Globo on-line:
"Notaram que caiu muito o número de comentários postados nas notas e artigos deste blog?Pois notaram errado.Ocorreu outra coisa: cresceu o número de comentários eliminados. Os comentários entram e a maior parte deles é retirada do ar em seguida. Por que?Simples: porque aumentou exponencialmente o número de comentários com ofensas, agressões, xingamentos e expressões de baixo nível. Imagino que isso se deva à proximidade das eleições."





