segunda-feira, 16 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009

terça-feira, 10 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Lula recebe prêmio da
Chatham House Prize 2009
Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República Federativa do Brasil, foi o agraciado com o Prêmio Chatham House, 2009.
O Prêmio anual é concedido para o político que é considerado pelos membros da Chatham House ter feito a contribuição mais significativa para a melhoria das relações internacionais no ano anterior.
Ao escolhido é oferecido um prêmio de cristal e um pergaminho assinado pela Rainha Elisabeth II.
Para os membros da Chatham House o presidente Lula é um fator importante de estabilidade e de integração na América Latina e reconhecido como uma liderança na contribuição para a resolução de crises regionais e para liderar a missão de estabilização da ONU no Haiti. A Chatham House reconheceu que o presidente Lula desempenhou um papel central na criação do tratado constitutivo da União Sul-americana de Nações (UNASUL) e na capacidade de Cuba para ser integrado como um membro de pleno direito do Grupo do Rio, que foi criada para facilitar o diálogo político entre as nações latino-americanas .
Eles consideraram ainda que sob o governo Lula o Brasil está mais integrado na economia global e tem trabalhado para fomentar o consenso em matéria de comércio multilateral e fóruns econômicos. Nos parece que o reconhecimento significativo para conceder o prêmio ao presidente Lula foram as políticas nacional para a redução da pobreza no Brasil.
"O presidente Lula foi eleito o vencedor deste ano do Prêmio Chatham House por causa de suas qualidades notáveis como um líder nacional, regional e internacional. Felicito calorosamente o presidente, este prêmio que, assim como reconhecer suas realizações pessoais, é um reconhecimento da crescente influência que ele conseguiu para o Brasil."
Robin Niblett, Diretor da Chatham House
Esse pessoal da Globo, do Estadão e da Folha devem estar em polvorosa.
Prêmio Chatham House
O Prêmio Chatham House anual é concedido para o político que é considerado pelos membros da Chatham House ter feito a contribuição mais significativa para a melhoria das relações internacionais no ano anterior.
O processo de seleção conta com a experiência das equipes de apuração da Chatham House e três presidentes - Lord Ashdown, Sir John Major e Lord Robertson. Os membros são convidados a votar em um político de acordo com os critérios estabelecidos.
Ao vencedor é oferecido um prêmio de cristal e um pergaminho assinado pelo patrono, Sua Majestade a Rainha. A cerimônia de premiação e jantar ocorre em um local da cidade de Londres, com palestras proferidas por figuras de destaque nos assuntos internacionais.
A ideia para o Prêmio Chatham House foi concebida em 2004, sob orientação do professor Victor Bulmer-Thomas, o então diretor, e com o apoio crucial de início Raj Loomba do Trust Loomba e membro do Conselho. Juntos, eles presidiram o primeiro prêmio em 2005 e contribuíram para definir o modelo que tem garantido sua continuidade.
As informações podem ser conferidas no Site da Organização Chatham House.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
A GENTE JÁ PASSOU POR MUITA COISA

“A gente já passou por muita coisa.
Vinte anos atrás não dava pra imaginar que o Brasil ia superar a inflação. Há quinze, a gente não imaginava que dava pra rodar o mundo inteiro num clique (do mouse), que todo mundo ia ter celular. Num imaginava o tetra, o penta... Há dez anos atrás (sic) quem podia imaginar a gente emprestando dinheiro pro FMI? Há três anos, você não imaginava que seríamos pioneiros em biocombustível. Há seis meses, ninguém imaginava uma luz no fim do túnel. E veja como são as coisas”: há alguns segundos você pensava que eu estava reescrevendo a campanha publicitária do Agile, da Chevrolet, não é mesmo?
Mas eu reescrevi mesmo a campanha pra falar de outra coisa importante. Quando o indivíduo se investe de rancor e ódio, como diz o presidente LULA, só o rancoroso sofre. Na campanha para presidente em 2002, a atriz Regina Duarte, um dia chamada de “namoradinha do Brasil” veio a público pedir voto pro atual governador de São Paulo. Disse ela: “Eu estou com medo (do LULA)!” Depois disso, a infeliz desapareceu. LULA disse que o medo ia dar lugar à esperança e o Brasil venceu. Venceu porque a vitória de LULA representou a saída de mais de vinte milhões de famílias da miséria; porque representou milhares de estudantes realizando o sonho do curso superior; porque investiu-se em infra-estrutura e pesquisa e o Brasil espalhou para o mundo o sonho do biocombustível e tornou-se a mais promissora nação em riqueza com a descoberta das reservas petrolíferas no pré-sal; porque quando a crise estadunidense eclodiu e o mundo se desesperou, LULA facilitou o crédito e estimulou o consumo interno, mostrando aos corroídos pela inveja, pelo ódio e pelo preconceito que o impacto da crise sobre o Brasil não seria sentido como nas outras nações.
A campanha é utilizada aqui para mostrar que LULA estava (e está) certo quando diz que somos hoje melhores que ontem e que seremos melhores ainda no futuro porque ele sempre acreditou na “luz do fim do túnel”. Recentemente LULA afirmou aos jornalistas que os “formadores de opinião” estavam reduzidos a palpiteiros, porque o povo aprendeu a ser crítico quando lê ou ouve uma informação. Estamos todos com muita esperança no futuro, porque temos um presidente que consegue falar a nossa língua, entender a nossa necessidade e manter viva a nossa esperança.
