sábado, 27 de fevereiro de 2010

Pra Relaxar


Minha filha tentando cantar em inglês. É show!!!
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Tem mais

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jeito demotucano de governar

X oque de (indi) jestão

tudo errado mesmo!

São Paulo de José Xirico Serra; Minas Gerais de Aécio Never; Rio Grande do Sul de Yeda Crusis (Credo!) e o Distrito Federal do DEMO José Roberto Arruda (no auto de sua prisão) pegavam o dinheiro que o governo federal mandava para cuidar da saúde e aplicavam o dinheiro para equilibrar as contas dos Estados e do Distrito Federal. É o Xoque de indi-jestão. Pensou que eu escrevi errado, né? Não. Errado estão esses arautos cuja imprensa golpista teimam que devem governar o Brasil no lugar de LULA.

Leandro Fortes escreveu para a CartaCapital:

Sem alarde e com um grupo reduzido de técnicos, coube a um pequeno e organizado órgão de terceiro escalão do Ministério da Saúde, o Departamento Nacional de Auditorias do Sistema Único de Saúde (Denasus), descobrir um recorrente crime cometido contra a saúde pública no Brasil. Em três dos mais desenvolvidos e ricos estados do País, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, todos governados pelo PSDB, e no Distrito Federal, durante a gestão do DEM, os recursos do SUS têm sido aplicados, ao longo dos últimos quatro anos, no mercado financeiro.

e agora?

HUMBERTO COSTA INOCENTADO. E A IMPRENSA ACUSADORA VAI PEDIR DESCULPAS?

Humberto Costa: então ministro da Saúde

Humberto Costa era pré-candidato ao governo de Pernambuco. Sua candidatura estava em plena ascenção quando a PIG resolveu publicar denúncias durante a gestão do então ministro da saúde do governo LULA da existência de uma máfia que roubava nas compras públicas de hemoderivados. Durante a campanha de 2006 ao governo do estado a Polícia Federal anunciou seu indiciamento naufragando suas pretensões ao governo pernambucano.

Hoje (25/2/10) a procuradora Regina Coeli Campos de Meneses, da Procuradoria Regional da 5ª Região:

“Ocorre que, iniciada a fase judicial e realizada a instrução do feito, chega-se à conclusão de que aqueles indícios que serviram de suporte para o recebimento da denúncia não restaram comprovados nesta fase do processo. (…) Em que pese a peça acusatória descrever em detalhes a prática de crimes envolvendo particulares (…) não se pode atribuir ao superior hierárquico a coautoria ou participação nos crimes sem prova contundente de sua colaboração nos supostos atos delituosos (…) é dever do Ministério Público, da mesma forma em que promove a ação penal, entendendo que não há provas suficientes para um juízo condenatório, pedir a absolvição. A função do Ministério Público não se restringe a de mero acusador, pois, em ambas hipóteses de resultado (condenação e absolvição), tem a obrigação de zelar pela aplicação da Lei e dos direitos e garantias fundamentais do acusado.”

Na coletiva à imprensa, Costa disse que “...tinha confiança que mais cedo ou mais tarde esse resultado... (chora.) [...] Não sei como uma pessoa inocente pôde suportar tanta sordidez. Não é uma coisa fácil para o ministério declarar que errou ao editar uma denúncia de forma auspiciosa.”

À época, toda a imprensa saiu debalde a publicar as acusações contra Humberto Costa, hoje pretenso candidato ao senado pelo estado de Pernambuco. Vamos ver se a mesma imprensa terá coragem de publicar a retratação para limpar a imagem da pessoa Humberto Costa.

Fonte: Folha de Pernambuco

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

do Luis Nassif on line

Vejam abaixo o que é o porcalismo diplomado pela Academia. Globo, Veja, Estadão e Folha praticam o jornalixo. Estou reproduzindo esta matéria publicada no Luis Nassif para que saibam que não podemos confiar em reportagens publicadas por estes veículos. O bom de tudo isso é que estão se enforcando com as próprias cordas. Confiram.

Nova denúncia da Folha é desmentida pelo Estadão

Veja em que lamaçal se meteu a Folha.

Aqui, um resumo. Na sequência, a descrição. Clicando aqui, o clipping das matérias do dia sobre o tema.

1. Ontem matéria do notório Márcio Aith denunciou que a decisão do governo de recuperar a rede de fibras óticas da Eletronet – massa falida administrada pela Justiça do Rio – permitiria a Nelson Santos, ex-acionista, receber R$ 200 milhões. E relacionava essa operação com a consultoria que lhe foi prestada por José Dirceu.

2. Os fatos foram amplamente desmentidos no decorrer do dia. Mostrou-se que seria impossível qualquer pagamento a Nelson, já que o governo retomou a rede de fibras óticas da empresa e as pendências remanescentes são com os credores, não com os ex-acionistas.

Hoje, o notório Aith volta ao tema, não toca mais no assunto Nelson Santos. Substituiu o escândalo anterior por um novo: a operação, na verdade, destinava-se a permitir a Oi, em conluio com o governo, assumir a rede da Eletronet.

É outro factóide desmentido pelos fatos: o governo quer que a Telebras se incumba da rede de banda larga, contrariando os interesses das operadoras. Quais os dados objetivos que fundamentam a acusação de Aith? Nenhum. Ou melhor, uma tentativa da Oi de negociar com os credores da Eletronet. E que não deu certo, porque, segundo a OI, chegou-se a um «impasse comercial».

3. Aí a reportagem do Estadão driblou o controle do aquário e mostrou a razão do impasse comercial: a tentativa da OI foi vetada pela Eletrobras, controlada pelo governo. Com isso, impediu-se a OI de assumir a empresa e o Nelson de embolsar R$ 70 milhões.

Os fatos e as notícias

Vamos aos detalhes dessa mixórdia jornalística.

Ontem a Folha publicou a suposta denúncia de que, ao ressuscitar a banda larga e aproveitar a rede da massa falida da Eletronet, o governo poderia pagar R$ 200 milhões a Nelson dos Santos – que recebeu 51% da Eletronet de antiga controlodora, a AES, por R$ 1,00. Para reforçar a denúncia foi informado que Nelson tinha contrato de R$ 20 mil por mês com José Dirceu.

No decorrer do dia, mostrou-se que a denúncia era vazia, a partir das seguintes informações:

1. O governo pretende utilizar a rede de fibras óticas da Eletronet para montar sua rede de banda larga, não a Eletronet

2. Para tanto, quando a Eletronet foi à falência, pegou de volta a rede de fibras óticas, sem pagar um tostão.

3. A empresa tornou-se uma massa falida gerida pelo Poder Judiciário do Rio, que tem a posse legal das fibras óticas. E segurou-as para garantir os direitos dos credores de receber a dívida.

Portanto, a única pendência é a Jurídica, envolvendo a União (que quer as fibras), os credores (que querem receber parte do devido) e a Justiça carioca, que administra a massa falida. Não há a mais remota ligação de Nelson dos Santos com o caso. Nelson recebeu a empresa por R$ 1,00, a empresa faliu, ele sai sem nada.

Se o repórter Márcio Aith garantia que, mesmo assim, Nelson poderia receber R$ 200 milhões do governo, de que forma se daria isso, porque se pagaria, se o assunto está sendo resolvido na Justiça, não no Executivo?

Hoje o Aith volta ao tema. O que ele levanta:

Passo 1 – reformula a “denúncia”, já que a anterior foi desmontada no próprio dia. Agora, a denúncia diz que a Oi negocia a compra da dívida da Eletronet com seus credores por cerca de R$ 140 milhões, quase 20% do valor total, estimado em R$ 800 milhões.

O objetivo seria retirá-la da falência e, como contrapartida, explorar comercialmente a rede da companhia.

Caso seja concretizado, será outro negócio controverso da Oi envolvendo o governo. Em 2005, a operadora investiu R$ 5 milhões na Gamecorp, empresa que tem como sócio Fábio Luis Lula da Silva, filho do presidente. Três anos depois, o governo aprovou a mudança na legislação do setor de telecomunicações para que a Oi comprasse a Brasil Telecom. Desse negócio surgiu a atual Oi, dona de uma rede comparável à da Embratel e à da Eletronet em cobertura nacional.

O governo já anunciou taxativamente que transferirá a rede «acesa» para a Telebras operar, ela própria, a banda larga nacional. São compromissos públicos, anunciados pelo Lula. Assim como a intenção de nada pagar pela rede da Eletronet.

Aí o notório Márcio Aith pega uma intenção da OI – de negociar com os credores na Justiça, isto é, sem passar pelo campo do Executivo – e transforma em «outro negócios controverso», comparando com o da BrOi – esse, efetivamente, controverso.

Para dar aparência de seriedade a essas suposições, o repórter vai ouvir a Oi, e recebe a seguinte informação:

A Oi não quis comentar o caso. Disse somente que “estudou o negócio, sua pertinência e compatibilidade, mas chegou a um impasse comercial”.

E quanto aos R$ 200 milhões que seriam pagos ao Nelson dos Santos? Nenhuma informação, nenhuma para o ponto central da manchete escandalosa de ontem. Simplesmente esquece que, ontem, o “escândalo” era o suposto pagamento de R$ 200 milhões ao Nelson.

Limita-se a escrever o seguinte:

O governo tenta solucionar a dívida da Eletronet desde 2003, quando a companhia pediu autofalência. Embora o governo diga, por meio da AGU (Advocacia-Geral da União), que as fibras ópticas foram transferidas à União por liminar, os credores continuam recorrendo na Justiça.

Observação: os credores, não o Nelson. Vamos até o fim para saber onde aparece o Nelson:

Eles alegam que as fibras são de sua propriedade até que a dívida seja paga -algo que, ainda segundo eles, não ocorreu. Por isso, entraram com uma petição na Justiça para cassar a liminar. A decisão não saiu.

Mesmo que o governo desista de usar as fibras da Eletronet, existe um contrato prevendo que a companhia seja a gestora dessa rede (sem competidores) por mais 11 anos, com punições em caso de rescisão como forma de preservar os sócios privados, a canadense Contem Canada e a Star Overseas, a empresa de Nelson dos Santos que teve José Dirceu como consultor até 2009.

E só. Qualquer repórter iniciante sabe que empresa falida perde a concessão pública. É bê-a-bá de cobertura setorial. Ou a reportagem é desinformada ou abusou da má fé.

Assim, a manchete de ontem – repercutida pelos jornais, rádios e TVs - era falsa e foi reduzida a uma pendência entre o governo (que quer retomar a rede) e os credores (que não receberam pelo equipamento entregue). Onde entram os R$ 200 milhões ao Nelson? Sumiram. Nenhuma linha.

A matéria do Estadão

E por que as negociações da Oi com a Eletronet não avançaram? Vai se saber lendo o Estadão.

Aí entra essa divertidíssima briga entre o aquário e as notícias. O Estadão entra no jogo com chamada de primeira página forçada: «Governo deve assumir dívida da Eletronet, de ex-cliente de Dirceu». A matéria interna do repórter Renato Cruz é correta, descreve a disputa entre o governo e os credores, mostra que ex-acionistas nada receberão.

Na sequencia, uma matéria sobre os interesses da Oi em adquirir a Eletronet. Só que contando com começo, meio e fim e desmontando a nova falsificação de Márcio Aith.

Mostra que a Oi tentou na Justiça uma negociação com os credores que permitiria assumir a Eletronet por R$ 200 milhões. Sendo bem sucedida, Nelson conseguiria receber R$ 50 milhões.

Por que não deu certo? Porque o governo resolveu pegar as linhas para montar a infra-estrutura da banda larga:

A negociação levou vários meses e estava em estágio avançado. A Oi, Nelson dos Santos e os principais credores da Eletronet já haviam fechado os principais termos do acordo, segundo fontes ligadas à negociação. A Eletronet devia para instituições financeiras como Banco do Brasil e Safra, e fornecedores de equipamentos como a Furukawa e a Alcatel Lucent. A dívida chegava a R$ 800 milhões, mas os credores aceitariam um desconto para receber pelo menos uma parte do dinheiro a que tinham direito.

O acordo esbarrou, porém, no interesse do governo, que diz querer uma rede estatal de internet banda larga. Dona de 49% do capital da Eletronet, a estatal de energia Eletrobrás tinha o direito de vetar o acordo com a Oi. E foi o que fez, quando o governo decidiu retomar a rede de fibras ópticas e recriar a estatal de telefonia Telebrás.

O circuito da repercussão interna

A própria reportagem da Folha não consegue confirmar uma linha da denúncia. Todas as informações durante o dia mostraram que o caso está sendo tratado na Justiça do Rio – portanto, sem nenhuma ingerência do governo federal.

A própria sequencia da reportagem não confirma a denúncia. Esquece completamente, como se não tivesse sido feita, e muda para uma segunda, que não ocorreu.

Confirma-se mais um factóide da Folha.

Internamente, a poucos metros da mesa de Aith, dois colunistas da página 2 e a titular do Painel repercutem a denúncia que já não era.

Fernando Barros da Silva:

Se a Telebrás for reativada, como anuncia o governo, o mesmo bidu que desembolsou R$ 1 pela Eletronet pode sair dela com R$ 200 milhões.

Melchíades Filho:

Não está claro, ainda, se e como a Star Overseas lucrará com essa remontagem do setor, que será anunciada no mês que vem pelo Palácio do Planalto. Mas a remuneração de Dirceu (R$ 620 mil em dois anos) indica que a offshore não esperava pouco. Advogados ouvidos pela Folha estimam em R$ 200 milhões.

“Advogados ouvidos pela Folha”, e só.

Painel da Folha

Agora chega. José Dirceu, que recebeu ao menos R$ 620 mil de grupo empresarial a ser beneficiado no caso de reativação da Telebrás, tem dito que pretende parar com todas as consultorias e se dedicar exclusivamente à política.

E o grande O Globo? Batata. Manchete principal:

De O Globo

Governo corre para esvaziar denúncia de lobby de Dirceu

Oposição pede CPI para investigar atuação de ex-ministro em nova Telebrás

O governo agiu rápido diante das denúncias de que o ex-ministro José Dirceu teria feito lobby em favor de uma empresa privada que poderia ser beneficiada no Plano Nacional de Banda Larga, uma das prioridades da atual gestão. O empresário Nelson dos Santos, da Star Overseas, sócio da Eletronet, dona de uma rede de fibras ópticas, afirmou que pagou a Dirceu R$ 620 mil entre 2007 e 2009. Essa rede, hoje pertencente a subsidiárias da Eletrobrás, poderia ser usada pela Telebrás, que, reativada, expandiria a banda larga no país.

Com declarações da cúpula do governo sobre a reativação da Telebrás, as ações já subiram 248% este ano. A oposição quer abrir CPI para investigar a denúncia. Páginas 17 a 19.

reprodução

O papel da Blogosfera é combater o porcalismo midiático que assola o país. O que reproduzimos abaixo traz à tona a verdade que a Folha astutamente deturpou para atingir o governo e a candidata Dilma Roussef. Esse artigo foi copiado integralmente do sitio do Azenha. Confira.


ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO: SOBRE A SURRA QUE OS FATOS DERAM NA FOLHA DE S. PAULO

Atualizado em 23 de fevereiro de 2010 às 23:33 | Publicado em 23 de fevereiro de 2010 às 21:22

por Luiz Carlos Azenha

A Folha de S. Paulo acaba de tomar mais uma surra dos fatos. A denúncia que o jornal fez, em primeira página, com manchete de ponta a ponta, não resistiu nem mesmo ao ciclo de 24 horas. O tema parece confuso e, nesse caso, a confusão favorece o acusador.

O jornal apresenta uma fórmula simples no seu caldeirão de maldades: juntar uma bruxa (José Dirceu), o nome de um paraíso fiscal (Ilhas Virgens Britânicas), um dado chamativo (um empresário gastar 1 real para comprar participação em uma empresa) e mistura bem misturado com fantasias, como a lenda de que o negócio "renderia" ao empresário esperto um lucro de 200 milhões de reais (sem qualquer prova ou documentação, assim, no chute).

O problema é que as premissas da denúncia são falsas: 1) como esclareceu a Advocacia Geral da União, "a retomada desse patrimônio, por via judicial, não gerou direitos aos sócios da Eletronet ou qualquer outro grupo empresarial privado", ou seja, se José Dirceu recebeu 620 mil reais para gerar um lucro de 200 milhões de reais que não existe, ou ele é muito esperto, ou o empresário que pagou a ele para não ganhar nada é trouxa; 2) o ponto 7 da nota da AGU -- "a eventual reativação da Telebrás não vai gerar receitas ou direitos de crédito para a massa falida da Eletronet, seus sócios, credores ou qualquer grupo empresarial com interesses na referida massa falida" -- derruba a premissa da Folha de que a reativação da Telebrás pelo governo Lula de alguma forma beneficiará o empresário que pagou consultoria a José Dirceu.

Para além disso, notem o que disse a O Globo o secretário de Logística do Ministério do Planejamento:

estrutura.jpg

O que me leva a concluir:

1) A Folha errou inocentemente;

2) A Folha tem interesses escusos nos negócios da banda larga;

3) A Folha faz campanha eleitoral;

4) A Folha serviu ao DEM e ao PSDB para jogar uma cortina de fumaça no inferno astral de José Serra.

Façam suas apostas.

*****

do site da Advocacia Geral da União

Nota Pública sobre retomada de posse da rede de fibras ópticas pela Eletrobrás

A rede de fibras ópticas é de propriedade das empresas do sistema Eletrobrás e foi operada pela massa falida da Eletronet.

Data da publicação: 23/02/2010

Em atenção às notícias "Nova Telebrás beneficia cliente de Dirceu" e "Dirceu recebe de empresa por trás da Telebrás", veiculadas pelo jornal Folha de São Paulo na capa e página B1, com circulação no dia 23 de fevereiro, esclarece a Advocacia-Geral da União:

1) A União obteve, em reclamação apresentada pela AGU ao Tribunal Justiça do Estado do Rio de Janeiro, em dezembro de 2009, a retomada da posse das fibras ópticas do sistema de transmissão e distribuição de energia.

2) A rede de fibras ópticas é de propriedade das empresas do sistema Eletrobrás e foi operada pela massa falida da Eletronet mediante previsão contratual.

3) Para a retomada da posse, a Eletrobrás apresentou caução conforme determinação judicial proferida em junho de 2008.

4) A caução atenderá exclusivamente eventuais direitos de credores da Eletronet e não dos seus sócios.

5) A utilização que vier a ser dada à rede de fibras ópticas não beneficiará a massa falida da Eletronet, seus sócios, seus credores ou qualquer grupo empresarial privado.

6) A retomada desse patrimônio, por via judicial, não gerou direitos aos sócios da Eletronet ou qualquer outro grupo empresarial privado.

7) Eventual reativação da Telebrás não vai gerar receitas ou direitos de crédito para a massa falida da Eletronet, seus sócios, credores, ou qualquer grupo empresarial com interesses na referida massa falida.

Advocacia-Geral da União

*****

As reportagens às quais se refere a nota, publicadas no site do PPS:

23/02/2010
'Nova' Telebrás beneficia cliente de Dirceu

O ex-ministro e deputado cassado José Dirceu (PT) recebeu ao menos R$ 620 mil do principal grupo empresarial que será beneficiado caso a Telebrás seja reativada, como promete o governo.

O dinheiro foi pago entre 2007 e 2009 pelo empresário Nelson dos Santos, dono da Star Overseas, companhia sediada nas Ilhas Virgens Britânicas. Em 2005, Santos comprara pelo valor simbólico de R$ 1 participação na empresa Eletronet.

Praticamente falida, a Eletronet era dona de 16.000 Ian de cabos de fibra óptica ligando 18 Estados, o que não cobria suas dividas, estimadas em R$ 800 milhões.

Após Santos contratar Dirceu, o governo decidiu usar as fibras ópticas da Eletronet para reativar a Telebrás e arcar sozinho com a caução judicial necessária para resgatar a rede, hoje em poder dos credores. Estima-se que o negócio renda ao empresário R$ 200 milhões.

Segundo Santos, o dinheiro pago a Dirceu não se destinou a lobby. O ex-ministro não quis comentar.

Dirceu recebe de empresa por trás da Telebrás


Petista foi contratado por ao menos R$ 620 mil por empresa beneficiada com reativação da estatal de telecomunicações. Empresa nas Ilhas Virgens Britânicas comprou por R$ 1 rede de fibras ópticas que será usada por Telebrás e pode ficar com R$ 200 mi

MARCIO AITH
JULIO WIZIACK

DA REPORTAGEM LOCAL

O ex-ministro José Dirceu recebeu pelo menos R$ 620 mil do principal grupo empresarial privado que será beneficiado caso a Telebrás seja reativada, como promete o governo.

O dinheiro foi pago entre 2007 e 2009 por Nelson dos Santos, dono da Star Overseas Ventures, companhia sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, paraíso fiscal no Caribe. Dirceu não quis comentar, e Santos declarou que o dinheiro pago não foi para "lobby".

Tanto a trajetória da Star Overseas quanto a decisão de Santos de contratar Dirceu, deputado cassado e réu no processo que investiga o mensalão, expõem a atuação de uma rede de interesses privados junto ao governo paralelamente ao discurso oficial do fortalecimento estatal do setor.

De sucata a ouro

Em 2005, a "offshore" de Santos comprou, por R$ 1, participação em uma empresa brasileira praticamente falida chamada Eletronet. Com a reativação da Telebrás, Santos poderá sair do negócio com cerca de R$ 200 milhões.
Constituída como estatal, no início da decada de 90, a Eletronet ganhou sócio privado em março de 1999, quando 51% de seu capital passou para a americana AES. Os 49% restantes ficaram nas mãos do governo. Em 2003, a Eletronet pediu autofalência porque seu modelo de negócio não resistiu à competição das teles privatizadas.

Resultado: o valor de seu principal ativo, uma rede de 16 mil quilômetros de cabos de fibra óptica interligando 18 Estados, não cobria as dívidas, estimadas em R$ 800 milhões.

Diante da falência, a AES vendeu sua participação para uma empresa canadense, a Contem Canada, que, por sua vez, revendeu metade desse ativo para Nelson dos Santos, da Star Overseas, transformando-o em sócio do Estado dentro da empresa falida.

A princípio, o negócio de Santos não fez sentido aos integrantes do setor. Afinal, ele pagou R$ 1 para supostamente assumir, ao lado do Estado, R$ 800 milhões em dívidas.

Em novembro de 2007, oito meses depois da contratação de Dirceu por Santos, o governo passou a fazer anúncios e a tomar decisões que transformaram a sucata falimentar da Eletronet em ouro. Isso porque, pelo plano do governo, a reativação da Telebrás deverá ser feita justamente por meio da estrutura de fibras ópticas da Eletronet.

Outro ponto que espanta os observadores desse processo é que o governo decidiu arcar sozinho, sem nenhuma contrapartida de Santos, com a caução judicial necessária para resgatar a rede de fibras ópticas, hoje em poder dos credores.

Até o momento, Santos entrou com R$ 1 na companhia e pretende sair dela com a parte boa, sem as dívidas. Advogados envolvidos nesse processo estimam que, com a recuperação da Telebrás, ele ganhe cerca de R$ 200 milhões.

Um sinal disso aparece no blog de José Dirceu: "Do ponto de vista econômico, faz sentido o governo defender a reincorporação, pela Eletrobrás, dos ativos da Eletronet, uma rede de 16 mil quilômetros de fibras ópticas, joint venture entre a norte-americana AES e a Lightpar, uma associação de empresas elétricas da Eletrobrás".

O ex-ministro não mencionou o nome de seu cliente nem sua ligação comercial com o caso. O primeiro post de Dirceu no blog se deu no mês de sua contratação por Santos, março de 2007. O texto mais recente do ex-ministro sobre o assunto saiu no jornal "Brasil Econômico", do qual é colunista, em 4 de fevereiro passado.

O presidente Lula manifestou-se publicamente sobre o caso em discurso no Rio de Janeiro, em julho de 2009: "Nós estamos brigando há cinco anos para tomar conta da Eletronet, que é uma empresa pública que foi privatizada, que faliu, e que estamos querendo pegar de volta", disse na ocasião.

Lula não mencionou que, para isso, terá de entrar em acordo com as sócias privadas da Eletronet, entre elas a Star Overseas, de Nelson dos Santos, que contratou os serviços de Dirceu.

Enquanto o governo não define de que forma a Eletronet será utilizada pela Telebrás, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) conduz uma investigação para apurar se investidores tiveram acesso a informações privilegiadas.

Como a Folha revelou, entre 31 de dezembro de 2002 e 8 de fevereiro de 2010, as ações da Telebrás foram as que mais subiram, 35.000%, contando juros e dividendos, segundo a consultoria Economática.

*****

Do Blog do Dirceu:

Folha joga sujo para atacar plano de banda larga do governo e me atingir

Publicado em 23-Fev-2010

Fui surpreendido hoje com a manchete de 1ª página da Folha de S.Paulo (“Nova Telebrás beneficia cliente de Dirceu”), extraída da reportagem “Dirceu recebe de empresa por trás da Telebrás”, preparada sob encomenda para atingir dois objetivos:

1) atacar o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) do governo federal;

2) levantar suspeitas sobre minha participação em uma disputa que corre na Justiça do Rio de Janeiro, entre os credores da empresa Eletronet, seus sócios privados e o governo, pelo controle do ativo de 16 mil km de fibras ópticas.

Uma disputa, repito, judicial, sobre a qual nem eu nem qualquer cidadão tem condições de interferir. Exista ou não o PNBL e a reorganização da Telebrás, os credores, os proprietários da Eletronet e o governo federal terão que responder pelos passivos e ativos da Eletronet. E cada um poderá ser prejudicado ou beneficiado.

Há que se lembrar que já existe liminar favorável ao governo, concedida pela Justiça do Rio determinando a reintegração de posse de parte dos ativos da Eletronet (as fibras “apagadas” ou não utilizadas atualmente) a empresas do grupo Eletrobrás. Logo, sugerir que minha atuação na consultoria que dei sobre rumos da economia na América Latina tenha algo a ver com uma possível decisão que não cabe ao governo, mas ao Poder Judiciário, é uma ilação descabida e irresponsável do jornal.

Ligar meu nome ao PNBL e a um suposto favorecimento de um dos proprietários da Eletronet apenas porque dei consultoria a ele é típico da Folha, que já vinha atacando o Plano com a teoria conspiratória de que o vazamento de informações privilegiadas sobre ele tem feito subir os preços das ações da Telebrás. O jornal já vinha insinuando que haveria cumplicidade de ONGs e mesmo de membros do governo.

Agora me acusa de estar por trás da criação da Telebrás e, pior, favorecendo uma empresa privada para a qual dei consultoria legal e registrada em contrato. Saí do governo há quase cinco anos. Não tenho impedimento para dar consultorias e não há nada que me ligue a qualquer intervenção ou ação do Executivo federal. Os responsáveis pela ação judicial e pelo PNBL são testemunhas de minha não participação ou intervenção na definição da política da União.

Como em todas as questões importantes do país, manifesto minha posição publicamente em meu blog ou na imprensa. A Folha esconde que meu primeiro comentário no blog é uma reprodução de um post de um site especializado e que o segundo é um artigo de opinião, que não contém nada de comprometedor. Mais do que isso, a Folha finge não entender que minhas opiniões manifestadas no blog e no artigo são contrárias aos interesses das empresas privadas envolvidas no caso Eletronet, e favoráveis à política do governo.

Lamento mais uma vez que meu nome seja envolvido em suspeições e reservo-me o direito de me defender e de não recuar de minha atuação, seja como advogado, seja como militante político.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

LULA didático

Aula imperdível

Em entrevista concedida ao Estadão, LULA deu uma aula de política a “peso-pesados” do jornalismo brasileiro. Descontraído e informal, o presidente respondeu a todas as perguntas feitas e deixou os entrevistadores em saia justa. Muito provavelmente a jornalista Vera Rosa, apesar do seu papel de opositora do PIG, ao chegar em casa, chorou emocionada e no seu íntimo admitiu ser este o homem mais bem preparado para comandar uma nação como a brasileira.

Um dos discursos dos DEMOTUCANOS e dessa mídia ideologizada é o gasto “desnecessário” do governo LULA com o “inchaço” da máquina pública, contratação por “empreguismo” etc. Sobre isso, veja o que LULA respondeu:

LULA: [...] Não existe hipótese, meu Deus do céu!, de você querer melhorar a vida do povo brasileiro e não aumentar o papel do Estado. Ô Vera, você sabe quantos professores nós temos que contratar pra melhorar a educação? Você sabe quantos assistentes?... Nós tivemos que contratar 15 mil novos professores porque nós estamos fazendo muitas escolas, estamos fazendo... Ou seja, ou você contrata ou não trabalha.

Vera Rosa, Jornalista do Estadão: O sr. não tem receio que o psdb venha na campanha com esse discurso de gastança, de contratação, de inchaço da máquina?

LULA: Eu vou mostrar pra você o que é o inchaço da máquina. Num país do tamanho do Brasil... A gente não mede... Eu vou dar uma... um... um... Pode anotar aí se você quiser! Cargos comissionados no governo federal para uma população de 191 milhões de habitantes; relação dos cargos comissionados por cada 100 mil habitantes. Então, por cada 100 mil habitantes o governo federal tem 11 (ONZE) cargos comissionados; o governo de São Paulo tem 31 (TRINTA E UM) e a prefeitura de São Paulo tem 45 (QUARENTA E CINCO). Isso vocês podem checar.

Quem é oposição, não vai deixar de sê-lo, mas em seu íntimo admite que LULA é um sujeito único. Apesar do preconceito gritante contra a sua falta de graduação escolar, ele possui uma capacidade de transitar por todas as áreas com simplicidade e sagacidade inigualáveis. Todas as críticas tem como objetivo atingir a candidatura de Dilma Roussef para suceder LULA. O que essa mídia quer é o retorno do atraso, da subserviência, de elitização de uma pequena casta de brasileiros. Mas essa é uma outra história que precisa levar em consideração uma outra parte do povo que já foram incluídos, não apenas no consumo, mas também no processo político brasileiro.

Vai ser duro negar os avanços do atual governo e derrota-lo com discursos que ecoam apenas para um grupo minoritário e raivoso da elite brasileira, já que entre eles, há um grupo majoritário que reconhece o bom governo do presidente LULA.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Presidente Lula visita barragem do Ribeirão João Leite, inaugurada em Goiânia (GO). Foto: Ricardo Stuckert/PR
Presidente Lula visita barragem do Ribeirão João Leite, inaugurada em Goiânia (GO). Foto: Ricardo Stuckert/PR [ Blog do Planalto ]

RICO BEBENDO CACHAÇA É CHIQUE. POBRE É CACHACEIRO.

Ao dizer que quer tomar uísque na noite de 31 de dezembro ao se preparar para passar o cargo ao seu sucessor, ou sucessora, mas que se alguém lhe oferecesse uma caninha de Goiás, ele beberia. Alguém sugeriu:

- Vou te dar agora.

Mas LULA recusou dizendo:

- Não posso receber por causa dos fotógrafos. Uma pessoa chique ganhando cachaça é algo chique. Um metalúrgico, ganhando cachaça, é um cachaceiro.

PETKOVIC: "A GENTE VIVIA UM REGIME SOCIALISTA... TODO MUNDO BEM, TODO MUNDO TRABALHANDO"

Ana Maria Braga tentou fazer o papel que a Globo espera dela: combater qualquer regime que não seja o capitalismo. Aproveita a presença do jogador Dejan Petkovic e pergunta:

- Como é que é ter nascido num país com tanta dificuldade, 'cê saiu de lá com que idade?

Pet responde:

- Quando eu nasci não tinha dificuldade nenhuma, era um país maravilha, né? [ hã!... ] A gente vivia um regime socialista né? Todo mundo bem, todo mundo trabalhando; tem trabalho, tem salário... [ hã!... ] Mas esse é um... Problemas aconteceram depois dos anos 80, né?

DEM QUER USAR CORRUPÇÃO PARA ATACAR O PT

Segundo o repórter Fernando Exman, da Agência Reuters, os Democratas (?) querem tirar proveito dos escândalos de corrupção em Brasília para atingir o PT. Na entrevista que fez com José Agripino Maia (DEM-RN), este deixou claro que vai colocar o tema na campanha e mostrar que no "mensalão do PT" só Delúbio foi punido. Para o líder do DEM na Câmara "A sociedade sabe que pior que a corrupção é a conivência. Eles (PT) querem tirar esse assunto de pauta, mas nós queremos esse assunto na pauta. Corrupção tem que estar na pauta". Será mesmo?

Eduardo Guimarães, do Cidadania.com, escreveu em seu último artigo que
"Eles tentam passar para a população a versão delirante de que a Justiça seria "petista" e de que, por isso, prendeu Arruda e não prendeu os deputados do PT e da base aliada ao governo Lula acusados no âmbito daquele "mensalão". Deputados sobre os quais, até o momento, tudo o que se sabe é que receberam tantas doações "por fora" quanto os congêneres do PSDB e do DEM em tantas eleições, inexistindo, até o momento, a mais tênue prova de compra de apoio por ordem do chefe petista do poder Executivo federal como as há à farta contra o chefe tucano-pefelê do governo distrital."

Leandro Fortes, da Carta Capital, escreve artigo lembrando que "Quando vieram à tona os vídeos da corrupção da turma do panetone, próceres do DEM, o ex-PFL, disseram a jornalistas que o partido não se comportaria como os demais e puniria duramente os envolvidos no episódio, inclusive o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. Era mais um belo conto de Natal. A expulsão sumária, defendida por uma parcela da legenda virou um processo investigatório de dez dias. O prazo acabou estendido por tempo indeterminado até se transformar na solução de praxe nesses casos: na quinta-feira 10, "premido pelas circunstâncias", Arruda anunciou seu desligamento e acabou com o constrangimento do DEM de ter de expulsar, seu único governador eleito."

BRASÍLIA: PRESERVAÇÃO E LEGALIDADE. DESAFIOS DO GOVERNO

em baixa depois do mensalão, o governador José Arruda (DF) já foi muito festejado. Em 2008, foi editado o livro "Brasília: Preservação e Legalidade. Desafios do Governo". A orelha da publicação é recheada de elogios.
1. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso: "Pela boa administração que exerce no DF, José Roberto Arruda é hoje uma das principais lideranças do cenário político nacional".
2. O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM): "Arruda serve para ser candidato a presidente da República pelo Democratas".
3. O Senador Álvaro Dias (PSDB-PR): "Arruda não fez barganha. Não instalou um balcão de negócios para oferecer a este ou àquele partido". Que coisa!
"Parabenizo o governador José Roberto Arruda por suas ações moralizadoras" - Heráclito Fortes, senador (DEM-PI), em livro editado em 2008 sobre Brasília".

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

"PORCALISMO" COM DIPLOMA SUPERIOR

clique na imagem para amplia-la.

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O jornal remete o assunto a um post do blogueiro Noblat, que não identifica as fontes da "notícia" e ainda dá um esculacho no presidente da República, como se Arruda fosse do PT, como se não fosse do DEM, como se não fosse aliado de José Serra.

O link para a matéria do jornal carioca está aqui." (Azenha em Vi o Mundo)

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Essa quadrilha que se diz “imprensa” atribuiu declaração não confirmada a Lula para tentar vinculá-lo a José Roberto Arruda, preso por interferir nas investigações de que é alvo. Arruda, porém, foi eleito pelo PFL (hoje travestido de “Democratas”) e, até ontem, foi aliado de Serra, de FHC e de todo o resto dessa oposição moribunda, tendo sido cogitado para vice na chapa do tucano à Presidência.

O que Lula pode ter dito sobre a prisão do adversário político - se é que disse mesmo, porque a mídia não divulgou a fonte da notícia - é o que está na essência da situação, ou seja, que haverá aumento da descrença da população na política ao ver um governador de Estado ir preso, mas portais de internet e telejornais já saíram dizendo que o presidente “lamentou a prisão de Arruda”.

Em vez de a mídia questionar a oposição por ter abrigado Arruda em seus quadros até pouco depois de ter sido flagrado se corrompendo, acusa o presidente com uma mentira porque este não lamentou a prisão do único governador que o PFL elegeu em 2006. Só poderia lamentar o fato de um governador de Estado ser preso, o que, repito, contribui, sim, para desanimar a população com a política.

Não façam isso, canalhas da Globo, da Folha, da Veja, do Estadão etc. O PFL, que já admitiu um traficante de drogas como Hildebrando Pachoal (aquele que mandava serrar seus desafetos ao meio com uma motosserra) em seus quadros, e o PSDB, que além de já ter filiado Arruda pretendia fazer dele candidato a vice na chapa de Serra, é que devem ser cobrados.

A direita midiática pariu Arruda. Que o embale, agora." (Eduardo Guimarães em Cidadania.com)


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

G1 manipula informação descaradamente

do FBI - FESTIVAL DE BESTEIRAS NA IMPRENSA

No G1, o subtag “Apagão” só existe agregado ao tag “Brasil”.

Clique no link abaixo e confirme

http://g1.globo.com/Noticias/0,,LTM0-5597-33216,00.html

Como se vê, não há um link sequer sobre o recente “apagão” em São Paulo, quando faltou luz em vários bairros, por mais de 17 horas.

Para o G1, “apagão” em São Paulo é “falta de luz”.

Ganha um doce se advinhar o motivo dessa manipulação da informação…

JORNALECOS PANFLETÁRIOS TENTAM ALAVANCAR POPULARIDADE DE SERRA

O GLOBO

No palácio com Madonna

Governador recebe a popstar na sede do governo de SP

ESTADÃO

Madonna se encontra com Serra

Folha

A primeira-dama Mônica, Serra e Madonna, após audiência no
Palácio dos Bandeirantes

Serra propõe parceria a Madonna em ação que governo esvaziou

Legal. Agora Madonna podia pedir ao Serra que fizesse o desassoreamento do rio Tietê; pedir para liberar água potável para o povo que tá sem água há 4 dias; pedir para diminuir o número de praças de pedágio no Estado; pedir para que a polícia paulista seja mais humana e menos violenta; pedir para fazer a limpeza urbana retirando o lixo das ruas que impedem o escoamento das águas etc, etc, etc...

MANIPULAÇÃO DE O GLOBO

Governos FH e Lula assentaram quase o mesmo número de famílias, mas discordam sobre terras

Cristiane Jungblut

[...]

Os dados mais recentes do governo, obtidos pelo GLOBO, mostram que no Brasil existem hoje 906,8 mil famílias assentadas pelo Incra. Os governos tucano e petista trabalham com um universo semelhante de famílias que conseguiram terra via assentamento: 540.704, entre 1995 e 2002; e 574.609 famílias entre 2003 e 2009.

[...]

Meu comentário

Vejam o que um jornalista cheio de diploma na parede pode fazer com uma informação. Ora, entre 1995 e 2002, inclusive, foram 8 anos de governo FHC que assentou 540.704 famílias, uma média de 67.588 famílias por ano. Já no governo LULA, entre 2003 e 2009, inclusive, foram 7 anos e foram assentadas 574.609 famílias, uma média de 82.087 famílias/ano, um número superior em 14.499 famílias ano.

Esse panfleto!...

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Ih!... Vão ter urticárias também...


Quando participei, o jogo estava assim: 73% SIM e 27% NÃO. Dia desses, fiz um comentário sobre uma brincadeira que rolou no salão onde corto meu cabelo. Os "meninos" fizeram uma enquete com a seguinte pertunta: Em quem você votará para presidente em 2010. Com 84 participantes, o resultado foi:

Dilma 12 votos [ 14,2% ]
Serra 9 votos [ 10,7% ]
Ciro Gomes 7 votos [ 8,3% ]
Marina 2 votos [ 2,3% ]
Heloisa Helena 2 votos [ 2,3% ]
No candidato do LULA 52 votos [ 61,9% ]

Isso, do ponto de vista nacional, não significa absolutamente nada. Mas numa cidade com pouco mais de 100 mil habitantes, aponta uma tendência. Desde então, tenho acompanhado todas as pesquisas e, percentualmente, elas refletem muita similaridade. Essa que o Estadão está fazendo é uma surpresa, porque seus leitores mais assíduos são opositores ao governo LULA.

Com essa enquete, as 'viuvinhas' vão ter dor de barriga, urticária, lombalgia...

reprodução

Lula: Governo vai assumir a responsabilidade na banda larga

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira que o governo vai liderar o processo de expansão do acesso à Internet em banda larga no país.

Segundo ele, o governo quer fazer parcerias com empresas de todos os portes e está disposto a ouvir as demandas da sociedade. Não deixará, no entanto, de levar adiante o Plano Nacional de Banda Larga, que deve ser anunciado neste mês.

"O governo vai assumir a responsabilidade de levar a banda larga para todos os rincões deste país", afirmou Lula em discurso durante inauguração de um centro de tecnologia eletrônica avançada, em Porto Alegre (RS).

O presidente rebateu as críticas de que seu governo quer estatizar setores da economia. Segundo ele, o Executivo deve mostrar "bala na agulha" para fazer com que o empresariado feche parcerias com o governo ou baixe seus preços.

Lula argumentou ainda que as empresas públicas devem buscar o lucro. Para ele, essa é a visão dos "comunistas modernos".

"Tem que ser tudo superavitário, porque senão o Estado quebra, como quebraram."

O governo estuda transformar a Telebrás em seu braço na iniciativa da banda larga.